segunda-feira, 26 de junho de 2017

Agnes Arabela Marques e bombeiro em guerra no Facebook

Na semana passada, Agnes Arabela Marques teceu uma polémica opinião sobre os bombeiros, em sequência dos incêndios de Pedrógão Grande, o que gerou revolta de milhares de internautas: «Falta de organização para quem coça os colh*** nove meses por ano e trabalha só três (no verão) mas recebem o ano todo», escreveu na sua página de Facebook.
Bombeiro de profissão, Marco Francisco escreveu, na mesma rede social, um longo texto dirigido à ex-concorrente da «Casa dos Segredos 5»: «Esses bombeiros que os coçam como tu dizes, passam horas e horas, dias e dias, no combate aos incêndios, sem saber dizer que não. Muitas vezes comem a primeira alimentação a sério ao fim de 12/15h de combate (...) Não sabes o que é estares a saborear a primeira refeição ao fim de muitas horas e teres de largar o prato, sem saberes quando voltas a comer, para ires depressa para uma frente que apareceu ou um reacendimento que se deu!».
«Agnes, às vezes mais vale estares calada e todos pensarem que és idiota, do que abrires a boca e prová-lo!! E sabes porquê? Porque o estrume da tua ignorância não chega para cultivar os campos férteis da inteligência dos Bombeiros Portugueses!», finaliza.
Depois de ler o texto, a jovem romena respondeu: «Marco Francisco, tu queres anonimato mas não perdes uma oportunidade de te publicitares às minhas custas. Aquilo que tu escolheste fazer na vida é problema teu. Se a sirene toca ou não também não tem nada haver comigo, porque eu não provoco incêndios. (...) Um herói não reclama créditos! Tens uma grande lata e pouca humildade!». Posto isto, a cantora mantém a sua opinião: «E sim, para próxima, façam melhor!».
A polémica continuou com uma nova resposta de Marco Francisco: «fizeste um testamento onde não disseste nada de útil, não limpaste a tua imagem antes pelo contrário, e voltaste novamente a fazer acusações graves aos Bombeiros Portugueses (...) Tu não és nada nem ninguém em Portugal para acusares os bombeiros da forma que acusas, nada!».



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