Andreia Leal: «Não sou saco de esperma»

Andreia Leal, ex-concorrente da primeira edição do reality show «Casa dos Segredos» (TVI), concedeu uma entrevista exclusiva à revista TV7 Dias onde falou sobre a sua profissão como acompanhante de luxo.
«Eu sempre tive uma vida de princesa, sempre tive os meus pais e avós o mais presentes possível, com luxo, com muitas regras e coesa. Fui trabalhar para um banco, casei, tive uma vida dita normal. Entretanto a vida começou a correr mal, as empresas do meu pai foram por água abaixo, eu tive de me despedir do banco. Sempre fui bailarina, fiz pool dance...», começou por dizer.
«Comecei a trabalhar com alguns clientes que conhecia através do banco, de quem era gestora de conta. E a partir do momento em que uma mulher aceita deitar-se por dinheiro... Eu vendo-me como acompanhante a quem precisa de mim. Mas há as que se vendem por uma viagem ao Dubai. Eu faço isto porque gosto, é evidente que também gosto do sexo. Não sou viciada em sexo, mas sim em seres humanos e em estudá-los. Claro que a vertente financeira é muito boa, não vou ser hipócrita. Foi a minha opção de vida. Fui para a Suíça e não parei mais. Eu percebi que tinha brilho e os homens gostam», recordou.
Andreia Leal garantiu que é uma «das mulheres mais caras do País e da Europa»: «O mundo do sexo está banalizado e digo sempre aos meus clientes para não baralharem um saco de esperma com uma acompanhante. Não sou saco de esperma, já evoluí. (...) Não sou barata. Uma hora pode ir até 800 euros; uma noite de 12 horas, 3000; 24 horas, 5500 euros. E é barato para o que valho».
A prostituta - cujo nome artístico é Vivianna Mancinni - contou ainda que atende cerca de 20 homens por dia: «Os casados são uns solitários, precisam de ânimo. Nós somos a salvação de 70 por cento dos casamentos. O cliente sai de ao pé de mim com brilho. (...) Eu sou o CR7 do sexo».
«Eu sempre tive uma vida de princesa, sempre tive os meus pais e avós o mais presentes possível, com luxo, com muitas regras e coesa. Fui trabalhar para um banco, casei, tive uma vida dita normal. Entretanto a vida começou a correr mal, as empresas do meu pai foram por água abaixo, eu tive de me despedir do banco. Sempre fui bailarina, fiz pool dance...», começou por dizer.
«Comecei a trabalhar com alguns clientes que conhecia através do banco, de quem era gestora de conta. E a partir do momento em que uma mulher aceita deitar-se por dinheiro... Eu vendo-me como acompanhante a quem precisa de mim. Mas há as que se vendem por uma viagem ao Dubai. Eu faço isto porque gosto, é evidente que também gosto do sexo. Não sou viciada em sexo, mas sim em seres humanos e em estudá-los. Claro que a vertente financeira é muito boa, não vou ser hipócrita. Foi a minha opção de vida. Fui para a Suíça e não parei mais. Eu percebi que tinha brilho e os homens gostam», recordou.
Andreia Leal garantiu que é uma «das mulheres mais caras do País e da Europa»: «O mundo do sexo está banalizado e digo sempre aos meus clientes para não baralharem um saco de esperma com uma acompanhante. Não sou saco de esperma, já evoluí. (...) Não sou barata. Uma hora pode ir até 800 euros; uma noite de 12 horas, 3000; 24 horas, 5500 euros. E é barato para o que valho».
A prostituta - cujo nome artístico é Vivianna Mancinni - contou ainda que atende cerca de 20 homens por dia: «Os casados são uns solitários, precisam de ânimo. Nós somos a salvação de 70 por cento dos casamentos. O cliente sai de ao pé de mim com brilho. (...) Eu sou o CR7 do sexo».
🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮
ResponderEliminar