José Raposo sobre Natália de Sousa (1947-2021): «foi vítima de esquecimento»

Natália de Sousa faleceu na passada quarta-feira, 13 de janeiro, aos 73 anos de idade. A atriz portuguesa ficou conhecida em 1983 na série «O Tal Canal», ao lado de Herman José, que já lamentou publicamente a morte.
José Raposo também reagiu à triste notícia nas suas redes sociais: «Conheci a Natália quando me estreei no teatro em 1981, no Teatro Ádóque. É que enquanto ensaiava à tarde a peça com que me estreei, a peça infantil O Teatrinho, no mesmo grupo, à noite estava em cena a revista Paga às Favas, onde ela entrava, e portanto o convívio era natural entre os colegas das duas peças, além de que eu via a revista todas as noites...!», começou por recordar.
«Dois anos depois (1983) trabalhei com ela no musical Annie no Teatro Maria Matos, e passados outros 3 (1986) fiz com ela a comédia Um Coronel em Dois Actos no Teatro Sá da Bandeira, no Porto. Aquando desta estadia no Porto, depois da peça ela acompanhava-nos, a mim e à João [Maria João Abreu, ex-mulher], às boîtes onde fazíamos shows pela madrugada dentro... dávamo-nos muito bem. Tinha um timbre de voz estridente que lhe dava um tom cómico natural, e foi um autêntico sex-symbol no teatro!», acrescentou.
«Eu penso que a Natália foi vítima de um tipo de esquecimento de que sofreram certos atores conotados com certos registos de representação, como a revista ou a comédia ligeira, e essa 'limpeza' vem dos anos 80... Além disso, como disse o Herman, ela fez algumas escolhas erradas na vida, e teve fases dramáticas em termos humanos! (...) Os meus sentimentos aos filhos. Até sempre Natália», concluiu o ator.
José Raposo também reagiu à triste notícia nas suas redes sociais: «Conheci a Natália quando me estreei no teatro em 1981, no Teatro Ádóque. É que enquanto ensaiava à tarde a peça com que me estreei, a peça infantil O Teatrinho, no mesmo grupo, à noite estava em cena a revista Paga às Favas, onde ela entrava, e portanto o convívio era natural entre os colegas das duas peças, além de que eu via a revista todas as noites...!», começou por recordar.
«Dois anos depois (1983) trabalhei com ela no musical Annie no Teatro Maria Matos, e passados outros 3 (1986) fiz com ela a comédia Um Coronel em Dois Actos no Teatro Sá da Bandeira, no Porto. Aquando desta estadia no Porto, depois da peça ela acompanhava-nos, a mim e à João [Maria João Abreu, ex-mulher], às boîtes onde fazíamos shows pela madrugada dentro... dávamo-nos muito bem. Tinha um timbre de voz estridente que lhe dava um tom cómico natural, e foi um autêntico sex-symbol no teatro!», acrescentou.
«Eu penso que a Natália foi vítima de um tipo de esquecimento de que sofreram certos atores conotados com certos registos de representação, como a revista ou a comédia ligeira, e essa 'limpeza' vem dos anos 80... Além disso, como disse o Herman, ela fez algumas escolhas erradas na vida, e teve fases dramáticas em termos humanos! (...) Os meus sentimentos aos filhos. Até sempre Natália», concluiu o ator.

Comentários
Enviar um comentário