Florbela Queiroz explica desabafo a pedir trabalho na televisão

«Senhores das televisões, com tantas novelas e séries, não têm um raio de um papel para mim? Estou farta de estar sem fazer nada, bolas!», escreveu Florbela Queiroz no Facebook no passado dia 9 de fevereiro.
Contactada pela revista Nova Gente, a atriz explicou-se: «Eu só gosto de pôr estes posts para, de vez em quando, as pessoas se lembrarem. Realmente, as novelas são boas, estão a melhorar dia para dia, de ano para ano, de novela para novela, mas são sempre os mesmos atores».
«Um ator quando não está a trabalhar, quando não está à frente das luzes, é como se não existisse», lamentou. «Sinto-me com saúde, com genica e com força. Eu não estou aflita. Tenho tudo, felizmente não me falta nada. Não sou uma pessoa infeliz, mas quero trabalhar porque esta é a minha profissão», esclareceu.
«Se o Presidente da República me condecorou com a comenda da Ordem de Mérito é porque eu não sou uma pessoa completamente desconhecida. Não há necessidade de os atores irem ter com os produtores e com as pessoas que estão a mandar nas televisões e dizer 'olhe eu estou viva, estou cá'. É desnecessário. Essas pessoas têm cultura para saber que os atores estão vivos», acrescentou.
Contactada pela revista Nova Gente, a atriz explicou-se: «Eu só gosto de pôr estes posts para, de vez em quando, as pessoas se lembrarem. Realmente, as novelas são boas, estão a melhorar dia para dia, de ano para ano, de novela para novela, mas são sempre os mesmos atores».
«Um ator quando não está a trabalhar, quando não está à frente das luzes, é como se não existisse», lamentou. «Sinto-me com saúde, com genica e com força. Eu não estou aflita. Tenho tudo, felizmente não me falta nada. Não sou uma pessoa infeliz, mas quero trabalhar porque esta é a minha profissão», esclareceu.
«Se o Presidente da República me condecorou com a comenda da Ordem de Mérito é porque eu não sou uma pessoa completamente desconhecida. Não há necessidade de os atores irem ter com os produtores e com as pessoas que estão a mandar nas televisões e dizer 'olhe eu estou viva, estou cá'. É desnecessário. Essas pessoas têm cultura para saber que os atores estão vivos», acrescentou.
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