Lídia Franco foi agredida por Adam Driver?

Lídia Franco causou polémica no início de fevereiro quando revelou a «péssima experiência» que teve com Adam Driver durante as gravações do filme «O Homem Que Matou Dom Quixote», em 2018.
«Uma das coisas que ele começou por fazer em Espanha foi exigir que, no ensaio, todos os técnicos saíssem do plateau. Ele exigia e continuou a fazer isso em Portugal, só que em Portugal houve técnicos portugueses que se negaram a fazer isso. Ele dizia 'virem-se de costas' e houve, pelo menos, um deles que eu vi a sair do estúdio», contou em conversa com os locutores Ana Martins e Rui Maria Pêgo no programa «Era O Que Faltava», da Rádio Comercial. «Ele exigia, acho que por contrato, que ninguém podia olhar para ele. Se olhassem, os figurantes eram imediatamente despedidos, o que aconteceu (…) E muito mais que eu não digo», explicou.
A atriz foi abordada por elementos da produção: «vieram ter comigo e disseram: 'Lídia, isto é horrível o que ele lhe está a fazer, mas é assim: nós, por contrato dele, não podemos fazer nada em relação a ele. Você é livre, se quiser, de abandonar'. E eu disse: 'não abandono este filme' e fiquei ali a levar com ele».
Lídia Franco especificou o que aconteceu: «Ele portou-se muito mal, muito mal. Fisicamente. Agrediu-me. Não tinha nada a ver com a cena. Eles deram-me autorização para sair, porque disseram-me que era horrível o que ele estava a fazer, mas que não podiam fazer nada. (...) É uma agressão camuflada, com uma cadeira».
«Uma das coisas que ele começou por fazer em Espanha foi exigir que, no ensaio, todos os técnicos saíssem do plateau. Ele exigia e continuou a fazer isso em Portugal, só que em Portugal houve técnicos portugueses que se negaram a fazer isso. Ele dizia 'virem-se de costas' e houve, pelo menos, um deles que eu vi a sair do estúdio», contou em conversa com os locutores Ana Martins e Rui Maria Pêgo no programa «Era O Que Faltava», da Rádio Comercial. «Ele exigia, acho que por contrato, que ninguém podia olhar para ele. Se olhassem, os figurantes eram imediatamente despedidos, o que aconteceu (…) E muito mais que eu não digo», explicou.
A atriz foi abordada por elementos da produção: «vieram ter comigo e disseram: 'Lídia, isto é horrível o que ele lhe está a fazer, mas é assim: nós, por contrato dele, não podemos fazer nada em relação a ele. Você é livre, se quiser, de abandonar'. E eu disse: 'não abandono este filme' e fiquei ali a levar com ele».
Lídia Franco especificou o que aconteceu: «Ele portou-se muito mal, muito mal. Fisicamente. Agrediu-me. Não tinha nada a ver com a cena. Eles deram-me autorização para sair, porque disseram-me que era horrível o que ele estava a fazer, mas que não podiam fazer nada. (...) É uma agressão camuflada, com uma cadeira».
Posteriormente, a produtora Ukbar Filmes enviou um comunicado ao site NiT - New in Town: «Os grandes projetos internacionais com elenco de várias nacionalidades e com várias dinâmicas de star systems podem conduzir a incompreensões ou mal interpretações de parte a parte», defende.
«Durante a rodagem em Portugal, não houve quaisquer despedimentos ou insultos aos figurantes, apenas lhes foi dirigido o pedido para que não tirassem fotografias ou interferissem com o trabalho do ator americano (Adam Driver)», esclareceu a produtora.
Perante o destaque que a história estava a atingir internacionalmente, Lídia Franco desmentiu-se: «Considerei o comportamento do ator pouco delicado porque na preparação de uma cena não teve o cuidado que julgo deveria ter tido. As nossas personagens tinham que estar fisicamente próximas e, cada vez que ele se levantava com o grande ímpeto da personagem para fazer o resto da cena, a cadeira onde estava sentado tocava-me com uma certa força, o que me incomodou».
«Não foi uma agressão, nem nunca senti ou reportei que fosse essa a intenção do ator. Lamento todo o mal-entendido», acrescentou.
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