Zé Lopes recorda «Somos Portugal»: «Pediram-me para fazer coisas que se fosse agora não fazia»

Zé Lopes saiu da equipa de apresentadores do «Somos Portugal» há um ano, mas não esconde alguma mágoa pelo seu afastamento repentino do programa das tardes de domingo da TVI.
O jovem repórter e comentador esteve na semana passada na casa do «Big Brother - Desafio Final» como convidado especial e foi questionado por Gonçalo Quinaz sobre as suas ambições no mundo da televisão: «Ainda falta muito, mas também acho que quando não houver essa ambição ou quando não houver nada mais para tentar... mas nunca fui de ambições desmedidas, eu não sou de pedir nada. Eu não peço, as coisas acontecem. Imagina sou convidado para fazer um projeto, eu não peço para o fazer, o convite surge e eu digo se quero ou não», começou por dizer.
«Eu nunca neguei que quero ser apresentador de televisão, eu estudei para isso, a minha licenciatura é nessa área, eu tenho licenciatura em Comunicação Social. As duas experiências que tive enquanto apresentador uma correu bem, outra não. Não correu como era previsto, as coisas não seguiram o rumo que eu queria, pediram-me para fazer coisas que se fosse agora não fazia... fazer personagens que não tinha nada a ver com aquilo que eu queria. Não correu como eu queria, mas estava no formato que eu sempre quis fazer», explicou.
«Eu gostei muito de fazer o Somos Portugal e gostava muito de voltar ao Somos Portugal. Porque eu gosto do povo, eu gosto de dar beijinhos, de dar abraços, de tirar fotos, de dançar músicas pimba, eu sou essa pessoa. Depois percebo que, por um lado, a vida fechou uma porta e abriu-me outra», garantiu Zé Lopes.
«Eu quero que as pessoas me aceitem como eu sou e é para isso que eu trabalho. Eu não vou mudar uma virgula da minha personalidade. Se as pessoas gostarem assim tudo bem. No dia em que não gostarem, eu vou para outro sítio e não tenho medo nenhum de trabalhar seja no que for», acrescentou.
Zé Lopes admitiu que quer «fazer mais coisas enquanto apresentador», no entanto, sabe que «as coisas surgem a seu tempo e eu cá estou para que elas cheguem e não tenho pressa».
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