Luciana Abreu emite comunicado: «O meu ordenado não está penhorado»

Luciana Abreu é a capa desta semana da revista TV Mais após ter sido alegadamente condenada a pagar 60 mil euros ao ex-marido, Daniel Souza, na sequência de um processo instaurado por danos patrimoniais no valor de 140 mil euros, quantia investida num imóvel que comprou com a atriz e cantora em 2017, quando casaram.
No verão de 2020, Luciana Abreu vendeu o imóvel, em nome da sua empresa, e alegou sempre nunca dever nada ao ex-marido. «Dos 140 mil euros investidos pelo Daniel no imóvel, este foi o valor que o tribunal deu como provado, porque existe comprovativo da transferência bancária», disse uma fonte próxima do processo.
«Há um valor superior a 50 mil euros pago em dinheiro. Esse montante não se conseguiu provar que foi direcionado para a compra da habitação. Alegou-se que o mesmo teria sido gasto em despesas familiares e não havendo comprovativo de transferência, não entra nas contas», acrescentou.
Após a decisão do tribunal, Luciana Abreu não traçou qualquer plano de pagamento e as suas contas acabaram penhoradas até ser atingido o valor suficiente para entregar a Daniel Souza.

Esta quarta-feira, 4 de janeiro, a eterna «Floribella» publicou um comunicado no Instagram: «No sentido de repor a verdade dos factos impõe-se esclarecer o seguinte: No âmbito do Processo 3523/20.1T8CSC intentado por DANIEL PEREIRA DE SOUSA e no qual pedia o pagamento de cerca de 164.897.58 € o tribunal APENAS deu como provado o valor de 60.600,00 € que a própria LUCIANA, desde o início, admitiu, em juízo, ter recebido, a título de donativo e integrado nos pagamentos de que este era devedor», pode ler-se.
«Em NENHUM dos processos em que ambos eram parte foi LUCIANA condenada, antes pelo contrário. O único processo em curso relaciona-se com valores de alimentos devidos por DANIEL às menores», garantiu. «O que falam sobre mim é uma verdade subjetiva, em primeiro lugar, agradeço ao Tribunal de Cascais todo o apoio e veracidade, sobre os meus processos, OBRIGADA. O que eu disse em Tribunal, é o que se mantém. Desculpem os Maldizentes Salafrários, de estarem enganados! O meu ordenado não está penhorado, e eu estou como devo estar».

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